Enquanto nos diriagiamos para casa a minha avó comentava que a Lúcia estava um mulher e que tinha vindo com os avós e o irmão passar umas semanas lá, rapidamente pensei em aproximar-me do irmao dela para depois chegar a ela, eram estes os pensamentos que me cruzavam a mente pelo caminho.
Rapidamente se fez o caminho até casa e ajudei a minha avó a dar de comida aos patos e as galinhas, enquanto ela nos preparava o almoço. Quando subi para casa já cheirava bem e a fome já apertava em certo ponto, sentei-me há mesa e devorei tudo o que a minha avó me meteu há frente do prato.
Depois de almoço fui para o quintal para a sombra, estava um dia abrasador e prometia não ficar por ali, como seria bom ter ali uma piscina ou um lago, ou até mesmo um ribeiro. Tinhamos o ribeiro da aldeia, mas ir para lá sózinha não teria a sua mera piada.
Aacabei por adormecer um bocado e quando acordei já eram 3 da tarde, o calor ainda era mais abrasador, por isso resolvi pegar na bicicleta e ir dar um mergulho até ao tanque. Avisei a minha avó onde ia e sai de casa. Em poucas pedaladas fui dar em frente há casa da Lúcia. As janelas e porta estavam abertas, mas onde estaria ela? Estranhei, mas continuei a pedalar até ao meu tanque. Assim que cheguei perto do tanque, sai da bicicleta e fui ver como estava a água. Só por estar parada aquelas horinhas já estava "quente". Tirei a t-shirt e saltei lá para dentro, estava mesmo boa a água. Dei duas braçadas grandes até chegar ao outro lado do tanque e mergulhei.
Quando me meti de pé, institivamente olhei paraa janela da casa da Lúcia, e lá estava ela, a sacudir um tapete e a olhar para mim. Acenei-lhe e ela retribui com um berro "ai é que está bem né?" disse-lhe que sim, e depois ela voltou para dentro.
Tive lá duas horas no tanque sem nunca mais a vislumbrar há janela ou o que quer que fosse. Eram quanse 6 horas quando a minha avó me disse para apanhar a roupa e ir meter a casa para depois irmos até ás hortas mais abaixo regar. Lá a muito favor eu fiz isso e fui ter com ela as hortas para reguar novamente as árvores e as couves.
Assim que lá cheguei vislumbrei na parte de baixo, no prado um rebanho de cabras, todas as tardes aquelas cabras estavam ali, mas nunca vi quem as guardava, apesar de saber que eram do Joaquim, talvez fosse a mãe ou a irmã.
Enquanto acartava a água para a minha vó ouvi risos, olhei para o ribeiro que passava em baixo e vejo a Lúcia e a Juliana (irmã do Joaquim) a tomarem lá banho. Estavam a mandar água uma há outra e a rir-se. O risa da Lùcia chegava até cá acima em bom som, e notava-se que estavam descontraidas. Fiquei um pouco a obersavalas num misto de fascinio e inveja.
Tantas vezes tinha eu tomado banho naquele mesmo ribeiro, tantas vezes tinha lá estado com o meu irmão e o Joaquim a tomar banho, e a fazer aquelas "brincadeiras". A minha avó chamou-me para me despachar com a água e assim foi, enquando acarava os baldes de água para regar, ia olhando para onde elas estavam, sairam pouco depois da água e estenderam-se ao sol.
Quando acabei de regar as coisas a minha avó disse que ia para casa e se eu ia com ela, disse que ainda ia ao tanque buscar uma coisa que me tinha esquecido e que já voltava. Dei a volta ao caminho, mas desviei-me e fui oberserva-las, pergunto hoje porque não fui logo ter com elas. Talvez por vergonha, talvez por não saber o que dizer, optei por ficar escondido, eram quase 8 horas e elas começaram a vestir-se para ir embora, peguei então na bicicleta e fui ter com a minha avó a casa.
Quando lá cheguei ela perguntou porque demorei tanto, disse que tinha encontrado o Zé e que tinha ficado um pouco na convers com ele. Ela acenou afirmativamente e serviu-me o jantar, comi rapidamente e fui para o quarto, assim que me estendi na cama os meus pensamentos voaram para ela, mas porque? Eu nem a conhecia bem, nunca tinha estado com ela para além de uma tarde, e sempr a tinha achado uma pita insuportável que se queria dar com os grandes, e derrepente vejo-me a olhar para ela como uma rapariga, devia era estar a ficar louco isso sim. Passei metade dessa noite acordado a pensar nela e a imaginar como seria se ela me corresponde-se, podiamos namorar as escondidas na mata, podiamos fazer tanta coisa. Mal eu sabia que o dia seguinte me traria inumeras surpresas...
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5 comentários:
Olhe olhe veja lá que pormenores o menino da se não ainda leva ok...
sim que saudades desse tempo...
tomar banho lá no ribeirito XD
de guardar as cabras com a Juli, em fim...
beijinhos
adorote-
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LU
Hum que grande historia! mais um pouco e metes mais uns promenorzitos. loool!
nao sei porque esta tua historia faz-em lembrar da heidi! LOOOOOL
talvez por causa das cabras e assim.. ahahah!
tou a gostar! vamos la ver p que andavas a faxer.. COM A MINHA NAMORADA! LOOOOOL ai de ti k m tenhas traido! loooooooooooooool XD
sabes quantas vezes já ouvi esta historia contada por ti...
umas 200 vezes...
loooooooooooooool
mas ler sabe sempre melhor diga-se de passagem. só falta o brilho no olho. AAA estavas comigo né mentiroso
está fixe
Ze
O nuno e as suas historias no melhor...
estou a gostar continua meu.
fica
Ced
HAHAHAHA
tu éras o pior Nuno
ias espiar as meninas a tomar banho né
o que tu querias ver sei eu.
pois
pois
beijinhos mano
fica bem
Fred
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