domingo, 11 de maio de 2008

E nunca tem fim...

Mal eu sabia que o dia seguinte me traria inumeras surpresas...

Quando acordei na manha seguinte sábado, o dia continuava igualzinho ao anterior, cheio de sol, mas para mim parecia mais belo, mais resplandescente, levantei-me com bom humor e até a minha avó reparou nisso.
Assim que entrei na cozinha, já vestido para ir para a rua e a "cantarolar" a minha avó olhou para mim com uma expressão estranha e mandou um dos seus muitos conhecidos "anda passarinho novo na costa"ditados. Ignorei o comentário e sentei-me para comer, devorei a torrada em menos de segundos e bebi o leite fresco num trago. Ainda aminha avó estava a levantar a mesa do pequeno almoço já eu anunciava que ia sair. Desci a escada e peguei no carrinho de mão mais o ansinho, tinha de ir juntar caruma para meter dentro do quintal.

Enquanto descia a ladeira ia distraido a pensar no dia anterior, quando cruzei a casa dela, vi que as janelas já estavão abertas, exceptuado uma que talvez calculei fosse a do quarto dela. Segui caminho sempre a olhar para trás para a casa a ver se a via, quando dei a cruva do caminho (o mesmo que ela tinha feito no dia anterior) perdi o animo, mais provável era nem ve-la aidna nesta manha. Passei pela vacaria dos tios dela e vi o primo dela o Zé a ordinhar as vacas, encostei o carrinho de mão há sombra e fui ter um pouco com ele, conversamos um pouco e tentei puxar assunto para saber se a Lúcia iria ter com ele naquela manha. Ele disse que não sabi ainda, e eu disse vagamente disfarçando a ansiedade que se acabasse mais cedo de juntar a caruma dos pinheiros que iria ter com ele ao prado.

Tinha já passado duas horas quando acabei de juntar e transportar para dentro do carrinh0 a caruma toda, atei com um cordel que trazia, o grande monte e coloquei o carrinho ao pé de um pinheiro, para ir ter com o Zé. Enquanto descia o ingreme caminho para o prado onde ele estava, ia vendo os pássaros a passagem. Ambicionava ver um poupa, segundo a minha avó um passaro muito colorido que fazia esse mesmo som do seu nome. Nunca tinha visto nenhum, e gostava de poder ver realmente como seria ele. Avistei ao longe as vacas a pastarem, mas e encontrar o primo dela?
Porvavelmente estaria escondido nalguem sitioa para me assustar, quando cheguei ao fim do caminho avistei, estava deitado ha sombra de uma árvore grande, a conversar com ela. Engoli em seco rapidamente e desci o resto do prado. Queria aproximar-me sorrateiramente sem eles me verem e só darem pela minha presença quando me vissem, mas o prado era extensamente aberto o que impedia tal desejo de se realizar, quando avançava a passadas largas na direcção deles, sentia o estomago a dar um nó e a ficar com as mãos suadas. Tentei captar a atençao deles, mas fui insussedido e só quando me encontrava a escassos metro deles é que eles deram pela minha prensença.
O primo dela sentou-se e acenou-me, avancei rapidamente para eles e cumprimentei. Eles igulamente o fizeram, mas evitei ao máximo olhar para ela, pois teria a certeza que perderia o controlo da fala naquele exacto momento. Que se estaria a passar comigo, isto não era própriamente normal, eu não agia assim normalmente com as raparigas, quem costumva aficar nervosas eram elas, não eu.
Sentei-me ao lado dele e iamos falando do meu irmão, da escola, ela não dizia nada, simplesmente ouvia, sorria e acenava, só a ouvi falar finalmente quando o Zé lhe perguntou onde estava o irmão dela. Ela respondeu que provávelmente estaria com o tio dela (pai dele). Sorriu e continuo a ouvirnos.
Até que derrepente se virou para mim e me perguntou quando viria o meu irmão. Fiquei um pouco atrapalhado e vermelho acho eu, pois o Zé olhou para mim de uma maneira estranha. Disse que só viria em Agosto com os meus pais. Pouco depois fomos embora, eles levaram o gado por outro sitio, e eu fui pelo caminho buscar o carrinho de mão. Combinamos encontrarmonos na curva do caminho.
Enquanto subia o caminho pensava no que se estava a passar comigo. Pensava que estava a ficar louco sim e que nada mais iria poder fazer....
Enquanto me dirigia para a cruva para os esperar, ia olhando a ver se a via, mas nem sinal dela. Poucos minutos depois o Zé veio e vinha sózinho. Perguntei por ela, como quem não quer nada e ele disse que ela já tinha ido almoçar...

7 comentários:

ButterFly disse...

txxxxxxiiiiiiiiiiiiiiiii eu lembrom bem desse dia
k moca....

looool
po acaxo nao notei nd k ficaxes atrapalhado, m tb mal te conhexia ne menino.
mas foi grand moca...eu axim po meu pimo. olha vem ali o teu amigo franxes...
xe tivexes ouvido matavasm nera?
loooooooooooooool


beijinhos
adoro-te

Vivemos o que aprendemos disse...

Uiii esta historia! LOL ha pois é tb ficast atrapalhado.. como eu te etendo.lol mas olha tivest sorte ate pq eu tb ficava assim e ela faxia pior. looooooool!

Anónimo disse...

uiui esta historia esta a quecer...
filipe temos sexo?
espero que sim chavalooo quer acção para estas bandas andas aqui muito romantico, nem pareces tu.
a brincar.

ciau amigão, cheio de saudades este teu amigo francisco, es um grande irmao..

Anónimo disse...

Grande historia. Estou a gostar muito.

coninua assim lindo está muito gira

beijinhos
Soso

Anónimo disse...

concord com o francisco, espero que esta espera toda para ver o final sempre traga festa =)

fica meu
Luis

Anónimo disse...

hooo tão querido
isso é que era amor até o coração te batia mais rápido né lindo?

Que romantico ela tinha uma sorte. =)
beijinhos**********
adoro-te
Fredy

Anónimo disse...

aiii o amor...

beijinhos
luna