quinta-feira, 24 de abril de 2008

..."è sempre assimm..."

Olá...
Não vim por aqui actualizar porque deixarvos o gostinha bom da minha festa de anos. Mas a euforia já passou, e agora a rotina voltou ao mesmo.
Voltei para a Suiça na segunda feira com esperança de não encontrar muito trabalho. Assim que na terça meti mãos ao trabalho ia-me assustando, a mesa estava cheia de papeís e atulada de coisas para fazer.
Lá meti mãos há obra e ontem finalmente ao final da tarde consegui despachar aquele monte. Estava tão cansado que só queria durmir. Mal estive com os miudos, e com a minha cunhada. Mas o cansaço era tanto que eles perceberam, hoje pedi folga, há noite tenho um jantar de anos de um amigo meu da empresa e há tarde vou levar os miudos a passear...


(continuação...)

Não dei conta de adormecer, quando acordei já o sol batia na janela da casa de banho iluminando o corredor, ouvi barulhos na cozinha, calculei que a minha avó já se tinha levantado fazia algum tempo, vesti uma t-shirt sem mangas e fui ter com ela a cozinha.
Quando entrei na cozinha deparei com uma mesa cheia de coisas boas para o pequeno almoço, só olhando é que percebi que estava cheio de fome e porque a noite anterior não tinha comido grande coisa. Dei-me os bons dias á minha avó e sentei-me há mesa com ela. O jarro do leite estava em cima da mesa acabado de ferver de certeza, porque devia ter sido tirado ha pouco tempo. Servi do leite e cortei o pão para comer com manteiga. Adoro o pão lá da terra, não porque seja diferente ou melhor, mas para mim tem um sabor diferente do restante e comer aquele pão leva-me sempre a recordações da minha infãncia que ali passei.
Enquato saboreava aquela refeição, ia falando com a minha avó, do que tinha de fazer naquele dia, por alguns minutos esqueçi-me daquele olhar doçe que tinha conhecido nas véspera.
Pouco depois pedi liçença para me levantar e e fui vestir-me, assim que assomei há janela já o sol queimava bastante, lá pensei mais um dia calorento.
Vesti umas bermudas verde tropa, e a minha t-shirt de Portugal. Enqunato me vestia e despia olhei para a t-shirt. Fazia uns 4 anos que a tinha comprado, na altura estava-me grande, mas eu adorava aquela t-shirt. Em França sempre que podia andava com ela, não porque não tivesse mais roupa mas porque era especial, representava a minha vida, o meu país e a minha selecção, do qual eu tinha muito orgulho, acabei de me vestir e fui para o espelho meter o gel, estava todo despenteada a franja e se alguém me visse assim dava-me um treco.

Depois de arranjado, sai com a minha avó, tinha optado por de manha ir arranjar um rego da água que no inverno com a chuva ficou destruido, e depois há tarde iria então para a mata cortar lenha. Assim as copas das árvores cobririam o sol e não me queimaria tanto. Meti um pouco de protector solar, para não ficar com alguma coisa ma na pele.
Quando voltei há cozinha já minha avó tinha levantado a mesa do pequeno almoço e tinha saido para a horta.
Enquanto sa para o patim da casa, procurava as chaves, mas derrepente lembrei-me que estupido que estava a ser, a minha avó nunca fechava a casa, ali não era França onde tinha de se trancar tudo quando não estava nínguem em casa.
O dia estava mesmo bom, apetecia mesmo estar fora de casa e viver uma aventura, mas ali a unica aventura que ia viver era cortar lenha, e cavar isso sim, pensei eu enquanto colocava o boné.
Peguei na minha bicicleta amarela e sai abri o portão para a tirar, assim que sai vi logo a velhota que mora em frente há minha avó. Pensei logo a seca que ia ser, ela nunca mais se calava e eu não tinha a lata de manda-la embora. Então tive de falar com ela pelo menos uns 10 minutinhos até que inventei uma desculpa que a minha avó estava há minha espera (o que não era mentira nenhuma) e que era melhor ir.
Pedalei rapidamente até há horta, não porque fosse longe ou assim, mas porque gostava de andar de bicicleta. Passei pelas casa todas ada aldeia rapidamente e quando me aproximei das ultimas casas, vi uma velhota que devia ser a mais velha lá da aldeia. Toda a gente a tratava por ti' Solidade. Enquanto passei por ela cumprimentei e perguntei se estava tudo bem. Ela disse-me que sim que agora já lá tinha a familia já estava mais animada. Na altura não associei quem seria a familia dela, mas segui caminho...
Dei a volta a ultima casa, sempre seguindo pelo mesmo caminho, assim que cruzei a esquina da casa, avistei um pouco do tanque da minha avó e ela a lavar roupa. Fiz o resto do caminho que me separava de lá e pousei a bicicleta. A minha avó olhou logo para trás assim que ouviu barulho e perguntou-me se ia já começar com o rego, eu disse que não, então ela pediu-me para estender a roupa que já estava lavada.
Senti uma certo embaraço, pois estender roupa é paea meninas, mas era melhor obedecer ás ordens dela se não para além de me chatiar a cabeça que o meu irmão teria logo feito e que ele era melhor que eu e depois ir contar há minha mãe, começei logo a estender as calças e assim.

Depois da roupa estendida desci para a parte de baixo do tanque para começar a tratar do rego, como Tinha trazido o chaço pequeno tinha de estar de cócoras a fazer aquele trabalho. Passado uns munitos de ter começado aquele trabalho, ouvi um barulho de estores abrir atrás de mim, voltei-me para trás rapidamente e qual não é o meu esptanto que vejo a Lúcia, devia ter-se levantado só agora. Não sei se ela tinha dado conta que eu ali estava ou não, mas parecia-me que não porque ela abriu a janela meteu as almofadas cá fora e saiu lá para dentro.
Enquanto fazia o rego, de vez enquando deitava olhares há janela para ver se a via, mas ela não apareceu mais. Passado uma meia hora e já com metade do rego feito, vejo alguem a cruzar a esquina da casa branca ( a casa dela) pelo canto do olho, levantei-me rapidamente e vi que era ela.
Ela institivamente ao ver o meu movimento rápido ao levantar-me olhou na direcção que eu estava e acenou-me. Eu retribui e vi ela a seguir pelo caminho até há mata. Ia de bicicleta, uma bicicleta azul clara, naquele dia trazia uns calções curtos e um top laranja. Ficava-lhe muito bem até, notei que ainda estava braquinha, que significava que não tinha apanhado muito sol. Pedalava rapidamente com movimentos certos e sempre na mesma velocidade, segui-a com o olhar até ela desaparecer na curva do caminho que dava para a mata. Assim que a sombra dela desapareceu do meu campo de visão, fiquei ali a olhar para o sitio onde ela tinha desaparecido e a pensar para onde iria ela aquela hora, que iria fazer. Até que a voz da minha avó a perguntar se já tinha acabado me despertou e voltei ao que estava a fazer.

Quando terminei, já devia ser quase meio dia, a minha avó estava a regar umas couves com a água que saia do tanque e eu estava sentado na beira do tanque a olhar para a minha avó, mas sempre desviando o olhar para o caminho que ela tinha desaparecido, fazia mais de duas horas que ela tinha ido e não tinha voltado, a unica hipotese é que ela tivesse apanhado outro caminho para casa.

Derrepente ouvi vozes, olhei institivamente para o caminho e vi-a, lá vinha ela na bicicleta, vinha de pé na bicicleta a dar pedaladas lentas e grandes para manter o equilibrio da mesma, e ao lado dela vinha um rapaz, ao longe não dava para ver quem era, mas algo em mim me tinha deixado inquieto ao ver o tal rapaz com ela, vinham a conversar animadamente, e ela ria-se para ele e ele para ela, não se percebia o que falavam mas devia ser animado. Algo cá dentro de mim pesou ao ve-los, mas quanto mais se apróximavam mais rapidamente percebi quem era o rapaz. O zé um amigo meu era ele que vinha com ela, mas de onde se conheceriam eles, mais tarde viria a saber que são primos e ela tinha ido ter com ele que estava a guardar as vacas.

Assim que chegaram perto do tanque onde eu estava que ficava só um pouco longe do caminho, vi que ele me acenava e perguntava se estava tudo bem, disse-lhe que sim tirando o calor. Senti uma vaga sençassão de afroxamento no nó que se tinha dado no estomago quando os vi juntos. Ele veio ter comigo, mas ela ficou no caminho há espera dele a sorrir, Meu Deus pensei como ela tinha um sorriso tão lindo, parecia que a manha estava esplendida só por a ver sorrir daquela maneira. O zé veio falar comigo um pouco, apesar de já o ter visto, ele vinha sempre ter comigo, tivemos talvez uns 2, ou 3 minutos, ele perguntou-se se já conhecia a prima dele, ai o peso que sentia o mal estar desapareceu todo, como o dia estav lindo, disse-lhe que sim que a tinha conhecido no dia anterior. Ele acenou e foi-se bmora para ao pé dela, seguiram os dois caminho até desapareceram na curva da casa branca.

Como estava feliz, afinal eles eram primos e alias ele eram muito mais velho que ela, não que isso fosse algo importante claro, mas o Zé não ia andar com a prima dele. Poucos minutos depois a minha avó decidiu ir para casa, eu peguei no chaço pequeno, no balde que ela trazia com verduras e peguei na bicicleta, dissidi não montar, e seguir apé ao lado da minha avó pelo caminho. Iamos a falar da escola e das notas que eu tinha tido, ela estava muito contente por eu ter passado com boas notas e para o 12º ano (equivalente em Portugal), assim que cruzamos a esquina da casa branca, vi-la outra vez, estava sentada na escada a ler e a avó dela estava a regar uma salsa que tinha ao fundo da escada, como ainda não tinha visto a avó dela cumprimentei-a mais a minha avó, quando olhei para ela ela tinha pousado o livro e descido os poucos degraus que a separavam da avó, estava a sorrir, sera que ela estava sempre a sorrir? Mas tinha um sorriso tão bonito...
Enquanto a minha avó falava com a dela nós os dois mantinhamo-nos calados, eu apesar de estar a ouvir a minha avó, deitava olhares furtivos a ela a ver o que ela fazia. Poucos minutos depois a minha avó despediu-se da avó dela, não tinha ouvido metade da conversa devido a minha distracção mental que se mantinha perto de mmi. Enquanto nos diriagiamos para casa a minha avó comentava que a Lúcia estava um mulher e que tinha vindo com os avós e o irmão passar umas semanas lá, rapidamente pensei em aproximar-me do irmao dela para depois chegar a ela, eram estes os pensamentos que me cruzavam a mente pelo caminho...


(continuação)

3 comentários:

Anónimo disse...

Basicamente estás a contar a história toda com os mais infemeros pormenores...
começo a ficar seriamente preocupada...loool
mas está gira está. estou a gostar de ver o teu ponto de vista...m deixasm envergonhada

beijinhios*****
adwotiii

Lu

Anónimo disse...

Han grande história sim senhor...
nunca vi um nuno assim tão romantico.

Esta muito gira mesmo
=D

beijinhos
Sisi

Anónimo disse...

txi txi ja ouvi tanta vez esta historia menino Nuno..loool
está certo, primeiro e unico amor
uma pessoa percebe.
fica

Vasco